sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Brisas inseguras
Como um baloiço, movo-me conforme o vento e sei. É uma brisa repleta de medos passados, inseguranças obscuras e por outro lado, recheado das páginas mais lindas da minha vida. O intervalo é um enorme vazio. É, balança-me até aos extremos da vida, oito ou oitenta. Faz-me fugitiva do sorriso e traz-me numa mala velha todas as memórias pesadas de que me quero desprender. Mas eu.. Oh, eu luto contra todo o vento que me tente pôr no chão e dou-te a mão para o fazermos juntos.
Estranhos abraçados pelas ruas sem saber para onde ir. Histórias inventadas de vidas de outro alguém, escondemos os sentimentos e esquecemos que ainda existem, que continuam ali. Sentimentos não, não falamos deles. Somos dois seres comuns, insensíveis. Eu e tu, tu que eu ainda não sei quem és.
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