E voltou a doer. Aquela ferida que outrora sangrava como nenhuma outra. Conheço-a e por isso sei distingui-la de outra lesão. Aliás, não encontro coisa semelhante da mesma natureza em mim. Essa dor torna-se pontiaguda quando a tua imagem surge. Na minha mente. Nos meus sonhos. E cada vez que passa, há alguma coisa diferente. Não é que eu não te conheça, mas há dias em que o teu engenho me consegue surpreender. Nem sempre pela positiva, é certo. Apesar disso e de saber que és incerto, existe algo que eu vejo sempre da mesma forma e do mesmo sentido.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Uma ferida aberta
E voltou a doer. Aquela ferida que outrora sangrava como nenhuma outra. Conheço-a e por isso sei distingui-la de outra lesão. Aliás, não encontro coisa semelhante da mesma natureza em mim. Essa dor torna-se pontiaguda quando a tua imagem surge. Na minha mente. Nos meus sonhos. E cada vez que passa, há alguma coisa diferente. Não é que eu não te conheça, mas há dias em que o teu engenho me consegue surpreender. Nem sempre pela positiva, é certo. Apesar disso e de saber que és incerto, existe algo que eu vejo sempre da mesma forma e do mesmo sentido.
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